Segundo Ranking publicado pelo PROCON-SP, segue ranking das construtoras mais reclamadas em 2012:
1 - Gafisa / Tenda
2 - PDG
3 - Cury
4 - MRV
5 -Atua
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Para maiores informações sobre Direitos do Consumidor, acesse: www.viniciusmarch.adv.br
Direito do Consumidor /Nome Negativado Indevidamente / Danos Morais / Danos Materiais / Taxas Abusivas / Cobrança Abusivas. Vinícius March é advogado, autor deste blog, graduado em Direito pela Universidade Presbiteriana Mackenzie - www.viniciusmarch.adv.br / (11) 2589-5162
sábado, 5 de outubro de 2013
Instituições Financeiras mais Reclamadas
Segundo Ranking publicado pelo PROCON-SP, segue ranking das instituições financeiras mais reclamadas em 2012:
1 - Itaú Unibanco
2 - Bradesco
3 - BV
4 - Santander Real
5 - Banco do Brasil
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1 - Itaú Unibanco
2 - Bradesco
3 - BV
4 - Santander Real
5 - Banco do Brasil
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quarta-feira, 2 de outubro de 2013
Advogado Direito do Consumidor SP
Seguem últimas notícias de VINÍCIUS MARCH ADVOGADO, clique no link para ler cada notícia.
www.viniciusmarch.adv.br / (11) 2589-5162 / R. Caquito, 247, sala 3, 1º andar, Penha, São Paulo/SP
sexta-feira, 27 de setembro de 2013
Nextel novamente condenada a indenizar
Novamente a NEXTEL foi condenada a indenizar consumidor por negativar seu nome indevidamente. Além de não poder negativar o nome de uma vítima de possíveis estelionatários que se utilizaram do seus dados.
Vejamos o resumo da sentença:
Vejamos o resumo da sentença:
| Dados do Processo |
Processo:
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Classe:
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Assunto:
| Indenização por Dano Moral | |
Outros assuntos:
| Inclusão Indevida em Cadastro de Inadimplentes | |
Distribuição:
| Livre - 11/12/2012 às 16:10 | |
| 30ª Vara Cível - Foro Central Cível | ||
Valor da ação:
| R$ 20.000,00 |
| Partes do Processo |
| Reqte: | V. J. S. Advogado: Vinicius March |
| Reqda: | Nextel Telecomunicações LTDA Advogado: Gustavo Gonçalves Gomes |
Exibindo 5 últimas. >>Listar todas as movimentações.
| Movimentações |
| Data | Movimento | |
| 27/09/2013 | Sentença Completa com Resolução de Mérito Em face do exposto, JULGO PROCEDENTE a ação para DECLARAR a inexigibilidade dos débitos e DETERMINAR a retirada do nome do autor dos órgãos de proteção ao crédito. CONDENO a ré a indenizar por danos morais o requerente a importância de R$ 3.000,00, atualizada desde a presente data e incidindo juros moratórios de 1% ao mês desde a citação. Em face da sucumbência arcará a ré com o pagamento das custas processuais e honorários advocatícios do D. Patrono do autor, fixados estes em 10% do valor da condenação indenizatória. P.R.I.C. |
- Para obter maiores informações, entre em contato com o advogado Vinícius March, clicando aqui.
segunda-feira, 23 de setembro de 2013
Fraude contra consumidores
Descobrir uma compra na fatura do cartão de crédito ou um débito na
conta bancária que você desconhece pode ser apenas o começo de uma
grande dor de cabeça.
O número de tentativas de fraudes contra consumidores bateu recorde neste ano, chegando a 1,42 milhão até agosto, segundo a empresa de informações financeiras Serasa Experian.
Consumidor deve desconfiar de pedidos para confirmar dados
Na divisão por setor, a telefonia -móvel e fixa- lidera, respondendo por 42,3% do total e desbancando serviços (30%), que aparecia na liderança desde o início da medição, em 2010.
Bancos e financeiras ocupam a terceira posição (18%), seguidos do varejo (7%).
De acordo com Maria Zanforlin, superintendente de serviços ao consumidor da Serasa, os dados refletem as dificuldades das empresas em acompanhar a "indústria da fraude", que cria novas formas de golpes com mais rapidez do que no passado.
"As próprias redes sociais contribuem para isso, pois o fraudador obtém
dados pessoais com mais facilidade. Mas só com o RG e o CPF já dá para
criar um personagem e fazer um estrago", diz.
Até quem já morreu vira alvo. "O processo para cancelar o CPF demora, às vezes tem espólio envolvido. Para provar que foi uma fraude é complicado. Tem que lavrar boletim de ocorrência, baseado no atestado de óbito."
RIGOR
Para Janaina Alvarenga, coordenadora da Apadic (Associação de Proteção e Assistência aos Direitos da Cidadania e do Consumidor), falta um controle mais rigoroso ao checar as informações apresentadas pelo novo cliente.
"As empresas não investem num sistema de segurança efetivo. A fraude só vai acontecer quando há falha na segurança, e isso quem tem que prover é o fornecedor do serviço", afirma.
Outro problema são os entraves na hora de corrigir o erro. "A facilidade que existe para contratar o serviço é inversamente proporcional à dificuldade de cancelá-lo. Às vezes o cliente só consegue resolver o problema depois de apelar para órgãos de defesa do consumidor."
Mas já há uma movimentação de alguns setores para tentar melhorar a fiscalização, aponta Fátima Lemos, assessora técnica do Procon-SP. "Existe uma corrente para fazer com que os serviços sejam mais seguros."
COMBATE
As empresas afetadas já se articulam para conter os danos. Segundo a Febraban (Federação Brasileira de Bancos), o desafio é "desenvolver formas de identificação e autenticação que previnam fraudes sem dificultar o acesso aos serviços".
A entidade cita, entre as soluções mais recentes, a autenticação biométrica. Ainda segundo a Febraban, os casos envolvendo a internet acabam ocorrendo porque o cliente é induzido a informar senhas para os criminosos.
A CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo) afirma que as empresas do setor têm se esforçado para combater as fraudes. "Hoje, antes de abrir as portas, as empresas já contratam serviço de proteção", diz Miguel Nicoletti, assessor técnico da gerência de programas externos.
Já a Sinditelebrasil, representante do setor de telefonia, afirmou que "a base de serviços de telecomunicações é de mais de 350 milhões de acessos, entre telefonia fixa, celular, banda larga e TV por assinatura, e essa elevada quantidade de clientes já cria, por si só, possibilidades maiores de o setor ser vítima de fraudes".
"A empresa de telecom fraudada é vítima, tanto quanto o consumidor, e combate essas fraudes com a modernização contínua", completa em nota.
dados oficiais
Procurada, a Polícia Federal informou que não possui dados sobre fraudes, pois sua atuação diz respeito apenas aos crimes cometidos contra órgãos federais.
Já o Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor, do Ministério da Justiça, diz que "em regra, questões envolvendo fraudes não são captadas na análise macro" feita a partir do banco de dados do Sistema Nacional de Informações de Defesa do Consumidor, que integra 25 Procons estaduais, o do DF e 223 Procons municipais.
Fonte: UOL
O número de tentativas de fraudes contra consumidores bateu recorde neste ano, chegando a 1,42 milhão até agosto, segundo a empresa de informações financeiras Serasa Experian.
Consumidor deve desconfiar de pedidos para confirmar dados
Na divisão por setor, a telefonia -móvel e fixa- lidera, respondendo por 42,3% do total e desbancando serviços (30%), que aparecia na liderança desde o início da medição, em 2010.
Bancos e financeiras ocupam a terceira posição (18%), seguidos do varejo (7%).
De acordo com Maria Zanforlin, superintendente de serviços ao consumidor da Serasa, os dados refletem as dificuldades das empresas em acompanhar a "indústria da fraude", que cria novas formas de golpes com mais rapidez do que no passado.
| Editoria de Arte/Folhapress | ||
Até quem já morreu vira alvo. "O processo para cancelar o CPF demora, às vezes tem espólio envolvido. Para provar que foi uma fraude é complicado. Tem que lavrar boletim de ocorrência, baseado no atestado de óbito."
RIGOR
Para Janaina Alvarenga, coordenadora da Apadic (Associação de Proteção e Assistência aos Direitos da Cidadania e do Consumidor), falta um controle mais rigoroso ao checar as informações apresentadas pelo novo cliente.
"As empresas não investem num sistema de segurança efetivo. A fraude só vai acontecer quando há falha na segurança, e isso quem tem que prover é o fornecedor do serviço", afirma.
Outro problema são os entraves na hora de corrigir o erro. "A facilidade que existe para contratar o serviço é inversamente proporcional à dificuldade de cancelá-lo. Às vezes o cliente só consegue resolver o problema depois de apelar para órgãos de defesa do consumidor."
Mas já há uma movimentação de alguns setores para tentar melhorar a fiscalização, aponta Fátima Lemos, assessora técnica do Procon-SP. "Existe uma corrente para fazer com que os serviços sejam mais seguros."
COMBATE
As empresas afetadas já se articulam para conter os danos. Segundo a Febraban (Federação Brasileira de Bancos), o desafio é "desenvolver formas de identificação e autenticação que previnam fraudes sem dificultar o acesso aos serviços".
A entidade cita, entre as soluções mais recentes, a autenticação biométrica. Ainda segundo a Febraban, os casos envolvendo a internet acabam ocorrendo porque o cliente é induzido a informar senhas para os criminosos.
A CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo) afirma que as empresas do setor têm se esforçado para combater as fraudes. "Hoje, antes de abrir as portas, as empresas já contratam serviço de proteção", diz Miguel Nicoletti, assessor técnico da gerência de programas externos.
Já a Sinditelebrasil, representante do setor de telefonia, afirmou que "a base de serviços de telecomunicações é de mais de 350 milhões de acessos, entre telefonia fixa, celular, banda larga e TV por assinatura, e essa elevada quantidade de clientes já cria, por si só, possibilidades maiores de o setor ser vítima de fraudes".
"A empresa de telecom fraudada é vítima, tanto quanto o consumidor, e combate essas fraudes com a modernização contínua", completa em nota.
dados oficiais
Procurada, a Polícia Federal informou que não possui dados sobre fraudes, pois sua atuação diz respeito apenas aos crimes cometidos contra órgãos federais.
Já o Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor, do Ministério da Justiça, diz que "em regra, questões envolvendo fraudes não são captadas na análise macro" feita a partir do banco de dados do Sistema Nacional de Informações de Defesa do Consumidor, que integra 25 Procons estaduais, o do DF e 223 Procons municipais.
Fonte: UOL
quinta-feira, 22 de agosto de 2013
Advogado Danos Morais
VINÍCIUS MARCH ADVOGADO
Ação de Indenização por Danos Morais
Nome negativado Indevidamente SCPC e SERASA
Ações contra Bancos e Empresas de Telefonia
R. Caquito, 247, sala 3, 1º andar, Penha, São Paulo/SP
nome negativado indevidamente
NOME NEGATIVADO NO SCPC E SERASA
Nossa atuação visa combater essas injustiças, para que o cliente não tenha mais a restrição em seu nome (“nome sujo”), podendo obter assim a tranqüilidade de obter crédito no mercado, com o resgate do seu bom nome bem como podendo obter uma indenização por danos morais decorrentes desses transtornos.
VEJA ENTREVISTA CONCEDIDA PELO DR. VINÍCIUS MARCH AO "JORNAL DO BRASIL" (clique aqui)
Muitos consumidores possuem restrições junto aos órgãos de proteção ao crédito, como SCPC e Serasa, por débitos indevidos, inexistentes ou prescritos ou até mesmo por erro das empresas que não tomam os devidos cuidados a fim de se negativar o nome dos consumidores indevidamente.
A grande maioria de reclamações nesse sentido junto ao PROCON e ao Poder Judiciário são referentes às negativações indevidas realizadas pelos seguintes tipos de empresas:
A grande maioria de reclamações nesse sentido junto ao PROCON e ao Poder Judiciário são referentes às negativações indevidas realizadas pelos seguintes tipos de empresas:
- Telefonia (Telefonica, Vivo, Claro, TIM, Nextel, OI, Netfone, Embratel, etc)
- Bancos (Itaú Unibanco, Santander, Bradesco, Banco do Brasil, etc)
- Fundos de Investimentos (Meridiano, Atlântico, Ativos, Recovery, etc)
- Demais empresas
Nossa atuação visa combater essas injustiças, para que o cliente não tenha mais a restrição em seu nome (“nome sujo”), podendo obter assim a tranqüilidade de obter crédito no mercado, com o resgate do seu bom nome bem como podendo obter uma indenização por danos morais decorrentes desses transtornos.
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NOME NEGATIVADO NO SCPC E SERASA POR FUNDOS DE INVESTIMENTOS (ATLÂNTICO, MERIDIANO, ATIVOS, RECOVERY, ETC.)
NOME NEGATIVADO NO SCPC E SERASA POR FUNDOS DE INVESTIMENTOS (ATLÂNTICO, MERIDIANO, ATIVOS, RECOVERY, ETC.)
Diversas empresas denominadas "fundos de investimentos" adquirem créditos de outras empresas, muitos desses débitos indevidos, inexistentes ou prescritos.
Mesmo se a dívida é devida, a empresa deve obedecer a certos requisitos legais para poder comprar a dívida de outra empresa, sob pena de ter que indenizar o consumidor por uma indenização por danos morais, além da declaração de inexigibilidade do débito.
Dentre essas empresas podemos destacar Meridiano, Atlântico, FIDC, Ativos, Recovery, etc.
Vejam um artigo já postado em nosso blog jurídico acerca desse assunto:
Rua Caquito, nº 247, sala 03, 1º andar , Penha (travessa da Rua Padre João)
São Paulo/SP, CEP 03607-000 / Tel (11) 2589-5162
São Paulo/SP, CEP 03607-000 / Tel (11) 2589-5162
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